domingo, 19 de janeiro de 2014

José Fontinhas, o nosso Eugénio de Andrade

Quando a ternura
parece já do seu ofício fatigada,

e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,

quando azuis irrompem
os teus olhos

e procuram
nos meus navegação segura,

é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,                                                                          Fonte:
propor.esccb.pt
 
pelo silêncio fascinadas.                                       
19 de Janeiro de 1923- 13 de Junho de 2005
  

Eugénio de Andrade  in Obscuro Domínio





6 comentários:

  1. Sempre bom reler o mestre José Fontinhas...ou deveria dizer Eugénio de Andrade?

    Que bom também é voltar a ler-te :))

    Beijinho

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  2. Que o calor de um carinho,
    o afeto de um abraço e o sorriso de uma grande amizade
    sejam presença constante em sua vida.
    Desejo que todas as coisas boas e o amor
    de Deus aqueça seu coração.
    Quero que acredite não existe fim
    para aqueles que acreditam em Deus
    tudo na vida é fé e coragem pra recomeçar.
    Eu venho deixar somente carinho e amor
    nessa passagem de hoje na sua casinha.
    Uma abençoada semana, fique com Deus.
    Beijos ,Evanir.

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  3. Sempre bom Eugénio Andrade...Espectacular....
    Cumprimentos

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  4. Vale muito ler esse autor.Linda poesia!beijos praianos,chica

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