terça-feira, 12 de agosto de 2014

Há dias em que faz falta retornar ao canto onde nos expomos sem sabermos muito bem até que ponto o fazemos.

Há dias em que faz falta retornar ao canto onde nos expomos sem sabermos muito bem até que ponto o fazemos.
Viver. Sobreviver. Morrer. O caminho faz-se seja como for desde que nele nos colocam. Ás vezes faz-se com um imenso vazio, sem deserto que o justifique, sem quiosque onde comprar cigarros para a alma. Ás vezes viaja-se em 1ª classe outra vezes apenas agarrados pelo lado de fora das portas do meio de transporte que nos obriga a continuar. Hoje vou nessa viagem e nem sol há para me aquecer os desvarios do corpo. 

 
 
 
A ideia do post era homenagear o meu actor. Mas estou outra vez com aquela sensação tão bem criada pelo Vitorino Nemésio: sinto a boca cheia de pedras.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Caos meteorológico


Este caos  meteorológico baralha os seres vivos. Esta "mosca dos burros" confundiu uma das minhas rosas...




sexta-feira, 25 de abril de 2014

domingo, 20 de abril de 2014

SLB

Ao Eusébio, Mário Coluna e ao meu tio Agostinho que não puderam festejar esta vitória...

quarta-feira, 19 de março de 2014

Pai



E tudo em mim é gratidão


E tudo em mim é gratidão
Se em ti, meu pai
Tudo é generosidade
Os gestos desprovidos de vaidade
E o teu modelo
Que me sopra dentro d’alma
E se torna a minha palma
E o meu sangue.
Mas de tudo, meu pai
As tuas mãos, tão bonitas
Na alvura cândida do trabalho
Da perfeição e do talho
De tudo que pudeste criar.
Digam o que disserem, meu pai
Enquanto eu tiver coração
Tudo em mim é gratidão.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Desilusões

De punhos abertos, as searas morrem debaixo do cansaço.

Os grãos são memórias do verde esquecido.

Quem vier, que amanhe o que resta. Se restar.





quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014