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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Caos meteorológico


Este caos  meteorológico baralha os seres vivos. Esta "mosca dos burros" confundiu uma das minhas rosas...




quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Diversão com periquitos

Depois de um dia , mais um dia, feito de desalentos, de sentires solidários para com os que nos aparecem nas notícias a dar conta do seu desemprego, das suas dificuldades, alguém me envia esta delícia:



Por breves momentos senti sossegar o meu desassossego.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Parabéns Selecção!

Prometi que jamais falaria de futebol, religião ou política no meu blogue... mas posso eventualmente abrir excepções.
Parabéns Selecção!

Fonte:http://desporto.sapo.pt

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Para todos os que amam os livros

Para todos os que amam os livros...só eles entenderão o colossal tamanho da mensagem implícita no filme de animação que partilho hoje.


terça-feira, 23 de abril de 2013

Sons, ruídos e barulhos

Hoje debrucei-me sobre os ruídos ou barulhos. Diferente é pensar em sons, pelo menos para mim. Carrego no sentir positivo ou negativo de acordo com o que sinto.Será portanto barulho ou ruído tudo que me desagrade e som toda ou qualquer emissão que percebo através do ouvido desde que não me perturbe  minimamente.
Ponho por escrito o que de facto me incomoda sobremaneira: o barulho (ou ruído) das sirenes. Angustiam-me os tons intermitentes daquele azul desassossegado. Sufoca-me  ainda que nem sequer saiba QUEM está e como está, enlatado no furgão amarelo ou branco. Irrita-me não poder minorar a aflição dos outros. Aflije-me esta sensação de ser  impotente perante o sofrimento.
Também me incomodam os gritos. Perturba-me o conteúdo daquelas reportagens que ou/vemos na TV... aparecem sempre aquelas senhoras histéricas, aos gritos, ainda que o assunto não lhes diga respeito. Não as culpo a elas mas a quem lhes fornece gratuitamente, tempo de antena.
Há sons  e barulhos que se misturam e acabam por me perturbar por outros motivos: determinadas vozes, o choro compulsivo.
Não sei se este exercício de pensamento é saudável. Há uma semana que não coexisto com as minhas coisas e hoje, ainda que a palavra mãe continue a ser a mais importante, a pequena luz da esperança iluminou a obscuridade dos meus pensamentos e permitiu-me por alguns instantes, divagar.





quarta-feira, 10 de abril de 2013