Hoje estou lamechas. Pronto e ponto.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Subserviência
Inicialmente foi confundido duas vezes: no cargo e no nome. Para lá da minha assonância , da minha distância e também da minha discordância, fica o que mais me irritou: a subserviência linguística.
Nunca abdico da minha língua e quando o faço, sinto-me no patamar posterior, porque eu domino a língua de outrem e esse outrem é completamente ignorante sobre a minha " Pátria".
Ainda que eu tenha dito inúmeras vezes que a minha Pátria é o resto do mundo, o meu canto é português. Por isso, jamais falarei do meu país em outra língua senão a que os meus pais me ensinaram.
Subserviência...é por isso que o nosso País foi considerado "lixo", facto qure me provoca um desconforto mental para lá do desejável. Eu diria mesmo, insuportável.
(Desenho de Carlos Ferreira)
assonância
"assonância", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/asson%C3%A2ncia [consultado em 06-02-2014].
"assonância", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/asson%C3%A2ncia [consultado em 06-02-2014].
assonância
"assonância", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/asson%C3%A2ncia [consultado em 06-02-2014].
"assonância", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/asson%C3%A2ncia [consultado em 06-02-2014].
assonância
"assonância", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/asson%C3%A2ncia [consultado em 06-02-2014].
"assonância", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/asson%C3%A2ncia [consultado em 06-02-2014].
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Hoje estou com "hepilages"
Hoje estou com "hepilages".
O Eça, fumava pensativos cigarros através dos seus personagens, e eu, ao almoço, comia uma preocupada batata enquando a televisão se queixava, derramando notícias aflitas sobre uma quantidade de nadas insignificantes. À semelhança de Pessoa, tomei a decisão de ser eu mas logo me senti como a Espanca a querer voltar à inocência das coisas brutas, sãs, inanimadas.
O Eça, fumava pensativos cigarros através dos seus personagens, e eu, ao almoço, comia uma preocupada batata enquando a televisão se queixava, derramando notícias aflitas sobre uma quantidade de nadas insignificantes. À semelhança de Pessoa, tomei a decisão de ser eu mas logo me senti como a Espanca a querer voltar à inocência das coisas brutas, sãs, inanimadas.
Como Torga, olhei noutro sentido, e pude, deslumbrada, saborear, enfim, o pão da minha fome. Não há razões ensaiadas que me façam sentir este sentir, senão a de que, disse o Ary, todos sofremos o mesmo ferro oculto.
Hoje estou com hepilages e isso deixa-me o estômago atarantado. Que não se queixe. A saúde está pela hora da morte, e eu, ainda quero andar por cá, a espalhar estes pensamentos de duvidosa sanidade.
Hoje estou com hepilages e isso deixa-me o estômago atarantado. Que não se queixe. A saúde está pela hora da morte, e eu, ainda quero andar por cá, a espalhar estes pensamentos de duvidosa sanidade.
domingo, 19 de janeiro de 2014
José Fontinhas, o nosso Eugénio de Andrade
Quando a ternura
parece já do seu ofício fatigada,
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,
quando azuis irrompem
os teus olhos
e procuram
nos meus navegação segura,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas, Fonte: propor.esccb.pt
pelo silêncio fascinadas. 19 de Janeiro de 1923- 13 de Junho de 2005
Eugénio de Andrade in Obscuro Domínio
parece já do seu ofício fatigada,
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,
quando azuis irrompem
os teus olhos
e procuram
nos meus navegação segura,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas, Fonte: propor.esccb.pt
pelo silêncio fascinadas. 19 de Janeiro de 1923- 13 de Junho de 2005
Eugénio de Andrade in Obscuro Domínio
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Simone-Ernestine-Lucie-Marie Bertrand de Beauvoir - (Paris, 9 de Janeiro de 1908 — Paris, 14 de Abril de 1986)
«Por vezes, a palavra representa um modo mais acertado de calar do que o silêncio.»
Simone de Beauvoir
domingo, 5 de janeiro de 2014
Até um dia destes, Eusébio
Obrigada por teres sido objecto da minha admiração, desde que me lembro de mim.
Até um dias destes.
Abraço
Fonte: TPA
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
domingo, 15 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Sua Excelência Nelson Mandela, obrigada
"Eu lutei contra a dominação branca, e eu lutei contra a dominação negra. Eu nutri o ideal de uma sociedade democrática e livre, na qual todas as pessoas vivem juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal que espero viver para alcançar. Mas, se for preciso, é um ideal pelo qual estou preparado para morrer"
Nelson Mandela
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Partilhar é Nobre
Foi Criado um filme para a Nobre em que o protagonista é o empregado nº 1 deles, um senhor com 85 anos.
E
foi proposto à Nobre que, tal como o sr. Cândido partilhou as receitas
dele com os portugueses, o filme servisse para que todos os portugueses
mostrassem a sua costela nobre e oferecessem comida ao Banco Alimentar. E
eles aceitaram.
Não é preciso comprar nada, não é preciso tirarem nada do frigorífico, não têm que se deslocar a lado nenhum. A única coisa que têm que fazer é partilhar este filme da Nobre (indo ao Youtube vê-lo).
Por
cada partilha, a Nobre dá 50 gr de comida ao Banco Alimentar. Parece
pouco, mas eles estão dispostos a dar até 20 toneladas!!!Neste momento, em pouco mais de 7 dias, já oferecemos 1,5 toneladas de comida. Mas era bom chegar às 20 com a vossa ajuda e a de todas as pessoas com quem vocês quiserem partilhar.
Portanto, é isso que vos peço. Se gostarem da ideia e quiserem partilhar:
"Seja no que for, só se recebe na medida do que se dá."
Honoré de Balzac
Honoré de Balzac
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Diversão com periquitos
Depois de um dia , mais um dia, feito de desalentos, de sentires solidários para com os que nos aparecem nas notícias a dar conta do seu desemprego, das suas dificuldades, alguém me envia esta delícia:
Por breves momentos senti sossegar o meu desassossego.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Parabéns Selecção!
Prometi que jamais falaria de futebol, religião ou política no meu blogue... mas posso eventualmente abrir excepções.
Parabéns Selecção!
Fonte:http://desporto.sapo.pt
sábado, 16 de novembro de 2013
Não deve haver maior dor. Não deve haver maior sofrimento...

Está em câmara ardente uma miuda, antiga colega do meu filho mais velho.
Escrever este texto causa-me emoções contraditórias... por um lado, o desabafo, como se estivesse a pensar sozinha, dentro dos meus muros. Por outro lado, o pensar que os muros que me cercam são de vidro, daquele vidro frágil e transparente.
A ideia de morte resume-se em mim numa outra dimensão - saudade. A saudade, esse conceito tão nosso e de tão difícil tradução. Não voltar a ver. Não voltar a ouvir. Não voltar a abraçar.
Um dia, o padre Manuel disse que quando nascemos a mãe oferece-nos um berço...anos depois nós oferecemos-lhe um caixão. Doloroso será a mãe oferecer o berço e anos depois oferecer o caixão. Não deve haver maior dor. Não deve haver maior sofrimento...
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
A postura do Professor ou a insustentável leveza das reorganizações impostas
Irritam-me as “leis de gabinete”. O
real é imaginado e o que daí advém não pode ser considerado de grande
utilidade, na prática pedagógica.
Muito se
têm martirizado os teclados, num exercício de escrita que apenas engorda os
currículos pessoais, no sentido de provocar ascensões desmedidas, numa Carreira
que, bem vistas as coisas, não usufruiu da Modernidade. Num país em que as
“modas” vão chegando com algumas décadas de atraso, urge deixar de lado a
importância dos grandes pensadores de Decretos e partir para a realidade que no
fundo, é tão somente, dolorosa.
Para quê reorganizar o que é uma total
desorganização? É como pintar uma velha casa, tapando com tinta as rachaduras,
e esperar que essa mesma tinta sirva de suporte na derrocada. Melhor seria
demolir – cuidar dos alicerces (família) e construir com bons materiais (professores
por vocação) para que a edificação seja segura enquanto abrigo para cidadãos em
construção (alunos).
Que faremos com programas que agridem a capacidade dos alunos? Estarão adequados às faixas etárias a que se destinam? Fica a questão, assim, como se fosse uma nuvem.
Não seria de bom tom aproveitar este espaço para continuar a divagar...possivelmente acabaria por produzir alguns insultos. Não o farei sobretudo por respeito a quantos fazem o favor de me ler...
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
domingo, 27 de outubro de 2013
Lou Reed - Oh, such a perfect day, You just keep me hanging on...
«Reed foi um dos nomes mais influentes do rock, principalmente com os Velvet Underground.
As causas da morte não foram divulgadas, mas o músico tinha se submetido a um transplante de fígado em Maio.
Nascido em Brooklyn, Nova Iorque, a 2 de Março de 1942, Lou Reed fundou em 1964 os Velvet Underground com John Cale e Sterling Morrison. Ao trio juntou-se Maureen Tucker na bateria.
O primeiro álbum da banda, «The Velevet Underground and Nico», também conhecido pelo «disco da banana» devido à icónica capa de Andy Warhol, é considerado um dos álbums mais influentes do rock.
Após a saída de John Cale, em 1968, o grupo prosseguiu até 1971.
A solo, Lou Reed assinou trabalhos como «Transformer», «Berlin» e «Metal Machine Music».
Após uma travessia do deserto na década de 80, Reed regressou em grande forma com «New York», de 1989.
Nos anos 90 lançou mais dois discos: «Magic and Loss» e «Set the Twilight Reeling». «The Raven», de 2003, foi o seu derradeiro disco.
Recentemente, Lou Reed colaborou com os Metallica em «Lulu».»
Fonte: Diário Digital, 27/Setembro/2013
sábado, 19 de outubro de 2013
Devaneios II
Espero sem esperança, prostrada no significado de cada sonho.
Queria apagar o tempo, depositá-lo como o fundo da escrita dos meus escritos. Em vez disso, absorvo as palavras e faço muros de ideias que teimo em escalar.
Contudo, os meus muros não se transpõem, fundem-se na iniquidade do olhar dos dias.
Os meus muros não protegem: são armas de arremeço que me inutilizam o modo de controlar cada emoção.
É subtil a transparência dos tons dos incontidos sentires.
Permanece a leitura dos títulos da insolvência emocional, em cada abraço inventado. É a lua apertada no bolso da sonhadora, que um dia começou a diluir-se no seu pequeno mundo.
sábado, 12 de outubro de 2013
sábado, 5 de outubro de 2013
5 de Outubro - Implantação da República / Dia do Professor
Poderia este texto ser útil para os leitores se contivesse uma série de explicações sobre a importância de não se ter um rei, pela falta de democracia do facto, sobre a importância de devolver ao povo a possibilidade de ser livre e de escolher os seus líderes. Históricamente está provado que nem sempre os líderes escolhidos são adequados, mas isso é tão corriqueiramente sabido que não vou perder tempo com isso.
Estou cansada.
Hoje quero ser egoísta e gabar-me.
Quero apenas ficar a ler um livro cujo sugestivo título e fabulosa dedicatória, fizeram do dia de hoje, um dia especial. Especial porque vale a pena continuar a viver com orgulho o 5 de Outubro, ainda que não seja pelo facto de eu não ser subdita de um rei, outrossim pelo facto de ensinar. Ensinar será a mais nobre das artes. mesmo que digam que não. Mesmo que não respeitem nem dignifiquem os docentes. Será sempre uma arte muito nobre, digam o que disserem.
Obrigada a todos os alunos que tive.
Obrigada a todos os meus professores.
Nunca serei uma colega...serei sempre uma aluna grata pelo que me fizeram ser como pessoa.
Serei sempre alguém que muito recebeu de todos.Eu.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Devaneios
Há o trémulo sentimento esbatido na boca ensurdecida pelo segredo da noite. É como o vómito calado pelas algemas que se prefiguram na vontade de nunca ter sido.
Não sou.
Fui.
Levanto o corpo confundido pelos gritos do Outono.
Ainda há rebentos de sensações em toda a extensão da minha monotonia...solavancos de ideias cremadas na concepção.
A sirene do tempo soa e o aroma tacteia a fragilidade do que somos enquanto pensamos não ser. É como se pudessemos inverter a polaridade solitária da nossa incompreendida presença. Se há ausência, essa é uma espécie de dicotomia octogonal que a escrita arremessa à alma.
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