quarta-feira, 10 de abril de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Coisas da Blogosfera
Hoje vinha para casa a pensar no mundo da blogosfera. É tudo tão abstrato! Como serão os rostos dos que fazem o obséquio de me ler? Fá-los-ei porventura sorrir? Será justo espalhar o meu pensamento sem saber se estou a ferir alguém? E o que faço com o meu lado ridículo, a minha faceta de incrédula viajante deste mundo e a minha famigerada sensibilidade? Dirão uns que sendo eu como sou devo preservar-me e passar de cabeça erguida nessas vielas mal frequentadas de alguns pensamentos alheios. Outros, estupefactos, possivelmente nem terão paciência para ler estas coisas que sempre designo por devaneios. Por todas estas razões nunca aqui falarei de política, religião ou futebol. Nem de fado. Nem de... outros delicados assuntos... ficar-me-ei pelo vazio de nem sequer saber o que os meus leitores pensam deste texto que não passa de um amontoado de palavras que espalho neste espaço .
sexta-feira, 29 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Já é Primavera
Já é Primavera, disseram na rádio logo pela manhã. O Homem tem necessidade de estabelecer dias e marcá-los como definição de limite.
Interessava sim era que fosse Primavera em cada alma.
Que fosse Dia do Pai em cada dia.
Que houvesse mais bondade em cada ser humano....
domingo, 17 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
Hoje voltei para casa desiludida
Hoje voltei para casa desiludida. Uma vez mais. Ás vezes doiem-me os braços dos abraços que dou de graça, doiem-me as mãos de pegar noutras mãos estendidas e doi-me a alma de tanto me preocupar com os demais. No fim de contas, sobra aquela dor fininha e maléfica da ingratidão.
Quanto mais damos mais esperam de nós. Mais sentem que têm direitos. Mais nos esgotam. Mais nos desiludem.
O ensino está a ser uma espécie de tortura para os professores. O grande problema é que eu não sou masoquista.
Tenho dito.
terça-feira, 5 de março de 2013
Hoje não tive tempo para pensar
Hoje não tive tempo para pensar. Pensar, entenda-se, como costumo fazer , de forma quase obsessiva, agarrando os pequenos nadas do quotidiano. Passei pelos blogues amigos em busca da conversa pessoal, adiada pelos afazeres que obrigam a afastar-me da minha necessidade de crescer com os outros. Volto a pensar na morte que me tem rondado a família e nem sei que sinta: medo?
Tememos o desconhecido. Mas não será a morte, o único fim para cada um de nós? Onde cabe o misticismo, a esperança e a fé, para que a caminhada seja menos penosa? Tinha razão a Odete Santos, quando disse ao mundo que aqueles que creem conseguem viver de forma mais saudável, sobretudo dentro das suas próprias mentes. Palavras, a meu ver , sábias. Hoje não tive tempo para pensar.Ou será que fugi de mim mesma para evitar um desagradável confronto de ideias contraditórias?
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
A velocidade da morte
Ouvimos dizer: teve uma morte rápida…nem sentiu.
Hoje questionei-me acerca da velocidade a que a morte se desloca. Apeteceu-me misturar tudo e pensar em fórmulas. Se o e = v x t (o espaço determina-se multiplicando a velocidade pelo tempo) então um individuo imóvel deveria sofrer menos ao morrer, isto porque se a velocidade fosse zero então o tempo seria influenciado pelo elemento absorvente da multiplicação…
A mente humana às vezes parece ser acometida por uma vasta panóplia de disparates que determinam o produto das decisões e por conseguinte as atitudes. Se calhar foi o caso destes pensamentos que me ocuparam a mente durante alguns instantes…. mas os blogues são instrumentos de partilha e por isso alguém haverá que não ache este texto uma completa insanidade. Poderá, quem sabe, sorrir. Nesse caso até valeu a pena este exercício de escrita.
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